segunda-feira, 27 de abril de 2026

Ser anti-imperialista na República Bolivariana da Venezuela hoje * Juan Contreras/VE

Ser Antiimperialista en la República Bolivariana de Venezuela Hoy: Dignidad, Resistencia y Victoria frente a la Barbarie.
Por: Lic. Juan Contreras

En el complejo devenir de nuestra historia republicana, la definición de *antiimperialismo* ha dejado de ser un concepto teórico para convertirse en una praxis diaria de supervivencia y patriotismo. Tras el cobarde acto de guerra e invasión perpetrado el pasado 3 de enero por el gobierno de los Estados Unidos de Norteamérica bajo la administración decadente del pedófilo Donald Trump y los hilos oscuros del "Estado Profundo" de Washington, la Revolución Bolivariana se encuentra en su hora más definitoria.

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Ser antiimperialista hoy significa, ante todo, identificar que no nos enfrentamos a un adversario político convencional, sino a una maquinaria de guerra transnacional que desprecia la vida y la autodeterminación. El imperialismo yanqui, en su desesperación por capturar nuestras riquezas y borrar el ejemplo de dignidad de Bolívar y Chávez, ha pretendido convertir a nuestra patria en una estrella más de su bandera ensangrentada.

El tutelaje y el protectorado que intentan imponer, no es más que el viejo anhelo colonial vestido de "democracia". *Rechazar el protectorado es el primer deber del revolucionario*.

¿Qué significa ser Antiimperialista en esta coyuntura?

1. *Defensa Irrestricta de la Soberanía:* Es entender que el suelo patrio es sagrado. Ser antiimperialista es declarar que Venezuela no es, ni será jamás, el patio trasero de nadie. Es la negativa absoluta a aceptar órdenes de embajadas extranjeras.

2. *Unidad Cívico-Militar como Escudo:* Ante la amenaza de invasión, la respuesta es la cohesión total. La unidad del Pueblo y el Gobierno Bolivariano no es una consigna vacía; es la muralla estratégica que ha impedido que el enemigo consolide su bota sobre nuestra tierra.

3. *La Trinchera de la Resistencia Cultural:* Ser antiimperialista hoy es librar la batalla de los símbolos y los sentidos. El imperio no solo invade con balas, sino con la colonización del pensamiento. Resistir culturalmente es:

Reivindicar nuestra *identidad pluricultural y multiétnica* frente a la hegemonía del american way of life.

Defender nuestra memoria histórica, nuestras tradiciones y nuestra lengua contra el bombardeo ideológico de las corporaciones mediáticas.

Entender que el arte, la música y la palabra son fusiles de conciencia que impiden que el pueblo sea domesticado por la estética del consumo.

4. *Resistencia Creativa y Productiva:* En tiempos de guerra económica, producir es combatir. Ser antiimperialista es romper la dependencia tecnológica y alimentaria que el imperio usó como arma de chantaje.

El imperialismo busca la balcanización de nuestra nación, pero se ha topado con un pueblo que ha decidido ser libre. Nuestra soberanía, aunque comprometida por los ataques externos y la traición de la extrema derecha subordinada, se mantiene viva en la resistencia de cada comuna, de cada soldado y de cada creador.

"La historia no la escriben los imperios, la escriben los pueblos que deciden no rendirse y que mantienen vivo el fuego de su propia cultura."

Hoy, ser antiimperialista en la *República Bolivariana de Venezuela* es reafirmar el juramento del Monte Sacro. Es defender el legado del Comandante Chávez con la firmeza de quien sabe que la victoria final pertenece a los que luchan. Ante el intento de anexión de facto, respondemos con más Revolución, más Poder Popular y la convicción inquebrantable de que *¡Venezuela se respeta!*

*Libertad al Presidente Nicolás Maduro Maduro y la Diputada Cilia Flores*
*¡Unidad, Lucha, Batalla y Victoria!*
Lunes 27 de abril de 2026.
Caracas, Venezuela

Ser anti-imperialista na República Bolivariana da Venezuela hoje
dignidade, resistência e vitória diante da barbárie.

Por: Juan Contreras, Esq.

No complexo desenrolar da nossa história republicana, a definição de *anti-imperialismo* deixou de ser um conceito teórico e tornou-se uma prática diária de sobrevivência e patriotismo. Após o ato covarde de guerra e invasão perpetrado em 3 de janeiro pelo governo dos Estados Unidos da América sob a administração decadente do pedófilo Donald Trump e as maquinações obscuras do "Estado Profundo" em Washington, a Revolução Bolivariana encontra-se em seu momento mais decisivo.

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Ser anti-imperialista hoje significa, acima de tudo, reconhecer que não estamos enfrentando um adversário político convencional, mas uma máquina de guerra transnacional que despreza a vida e a autodeterminação. O imperialismo ianque, em seu desespero para se apoderar de nossas riquezas e apagar o exemplo de dignidade deixado por Bolívar e Chávez, buscou transformar nossa pátria em apenas mais uma estrela em sua bandeira manchada de sangue.

A tutela e o protetorado que eles tentam impor nada mais são do que o antigo desejo colonial disfarçado de "democracia". *Rejeitar o protetorado é o primeiro dever do revolucionário*.

O que significa ser anti-imperialista neste contexto?

1. *Defesa Irrestrita da Soberania:* Significa compreender que a pátria é sagrada. Ser anti-imperialista significa declarar que a Venezuela não é, e nunca será, quintal de ninguém. É a recusa absoluta em aceitar ordens de embaixadas estrangeiras.

2. *Unidade Cívico-Militar como Escudo:* Diante da ameaça de invasão, a resposta é a coesão total. A unidade do Povo e do Governo Bolivariano não é um mero slogan; é o baluarte estratégico que impediu o inimigo de consolidar seu domínio sobre nossa terra.

3. *A Trincheira da Resistência Cultural:* Ser anti-imperialista hoje é travar a batalha dos símbolos e dos significados. O império invade não apenas com balas, mas também com a colonização do pensamento. Resistir culturalmente é:

Para reivindicar nossa *identidade pluricultural e multiétnica* diante da hegemonia do estilo de vida americano.

Defendendo nossa memória histórica, nossas tradições e nossa língua contra o bombardeio ideológico das corporações de mídia.

Entender que a arte, a música e as palavras são armas da consciência que impedem que as pessoas sejam domesticadas pela estética do consumo.

4. *Resistência Criativa e Produtiva:* Em tempos de guerra econômica, produzir é lutar. Ser anti-imperialista é romper com a dependência tecnológica e alimentar que o império usava como arma de chantagem.

O imperialismo busca a balcanização de nossa nação, mas encontrou um povo que escolheu ser livre. Nossa soberania, embora comprometida por ataques externos e pela traição da extrema direita subserviente, permanece viva na resistência de cada comuna, cada soldado e cada criador.

"A história não é escrita por impérios, mas sim por povos que decidem não se render e que mantêm viva a chama de sua própria cultura."

Hoje, ser anti-imperialista na República Bolivariana da Venezuela significa reafirmar o juramento de Monte Sacro. Significa defender o legado do Comandante Chávez com a firmeza de quem sabe que a vitória final pertence a quem luta. Diante da tentativa de anexação de facto, respondemos com mais Revolução, mais Poder Popular e a convicção inabalável de que a Venezuela deve ser respeitada!

*Liberdade para o Presidente Nicolás Maduro e a Deputada Cilia Flores*
*Unidade, Luta, Batalha e Vitória!*
Segunda-feira, 27 de abril de 2026.
Caracas, Venezuela

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